Coisas que Marcaram Minha Infância | EDIÇÃO ESPECIAL


Meus caros colegas, hoje é dia 12 de Outubro. Dia das Crianças. Dia da Nostalgia. Estou preparando posts emocionantes para hoje, e como eu criei a seção “Coisas que Marcaram Minha Infância” nada mais justo que fazer uma edição especial para o dia de hoje.

Como não podia deixar de relembrá-los, clique aqui e aqui, para verem os dois posts que eu já fiz nesta seção, para começarmos a seção Nostalgia de hoje.

Bom, eu fui uma criança feliz e serelepe, gostei tanto de ser criança que sou uma até hoje, preso nesta cara de gente grande. Tenho 21 anos, mas o espírito sempre será de criança. Lembro de muita coisa. E uma das coisas que mais marcaram minha infância..foi a conquista do Tetra.

Eu tinha 7 anos de idade. Me lembro de todos…TODOS…jogos do Brasil. Mas o que mais me lembro, é daquela falta. 2 a 2 contra a poderosa Holanda, Branco se prepara para bater a falta. Romário sai da frente no último milésimo. Golaço, vi o Branco correndo em direção ao banco de reservas, chorando. E eu chorando igual menino pequeno – que de fato era – ali começou minha paixão pelo futebol. Era a maior felicidade que eu tinha experimentado.

Eu sempre falo aqui, que sou apaixonado por leitura, por livros e tudo mais. Onde esta paixão começou?! Fácil. Ifância. Com o que? Mais fácil ainda. Revistinhas da Turma da Mônica. Meu vício de ler antes de dormir começou com as infinitas revistinhas da Mônica.
Quem nunca leu que atire a primeira pedra. Cascão, Cebolinha, Magali e Mônica. Os intermináveis planos infalíveis do Cebolinha, a briga do Cascão com a água, a comilona Magali e as porradas da Mônica. Além da turma da Rua de Baixo. Franjinha, Horácio, Tina, Rolo e o meu preferido Do Contra. Me ensinou a ler esse Maurício de Souza. Além de aprender várias coisas.

Na televisão, putz..muita coisa. Criança, além de brincar na rua – como era na minha época – não tinha absolutamente nada para fazer. E a televisão estava lá. Não vou falar do óbvio, Xuxa, Angélica, Mara Maravilha, TV Colosso, CRUJ e tantos outros programas. Além dos desenhos, que merecem um post só para eles. Vou falar de uma série, poderia escolher tanto Castelo Rá-Tim-Bum – que também merece um post só pra ele – e nem No Mundo da Lua, que eram ótimas séries. Vou falar da série com a melhor música de abertura de todos os tempos. Anos Incríveis.

Simplesmente maravilhoso! Acompanhar Kevin e suas desventuras infantis, pré-adolescentes e mais tarde adolescentes foi incrível – literalmente. Eu senti que ia crescendo junto com ele. Era ótimo assistir aquilo. Embalados sempre pela ótima música de Joe Cocker – With a Little Help From My Friends – ríamos, choravamos e íamos ao delírio com Kevin, fua família e seus amigos.

Bom, já falei de jogos, música, televisão, futebol…o que falta?…falta falar da família. Meus irmãos, meu pai e minha mãe. Sou o caçula, mas vivendo em uma família onde todos são crianças até hoje, isso não fez muita diferença. Os vídeos que gravávamos quando pequenos. Mateus imitando Gil Gomes enquanto eu filmava, e eu declamando o poeminha do cara que nunca tinha bebido, fumado e metido. AHAHAHAHAHA, sim, eu falava essas coisas. Tenho que agradecer, por toda minha vida, a essa família, que sempre deu liberdade para sermos crianças, nos puxou as orelhas quando preciso. Eu, Mateus e Daniel. Eternas crianças, filhos de Jane e Vanderlei. Quando estamos todos juntos nos raros Domingos em família. Voltamos todos a ter no máximo 10 anos. Mateus gostando de chuva, eu falando muito, Daniel contando as novas, Vander e Jane os sempre apaixonados.

Obrigado a todos vocês, que me deram uma infância incrível!

***

1 – Tenho fotos criança, mas não aqui, por isso não coloquei.
2 – Vem mais post do dia das crianças por aí.
3 – Hoje tem show do Skank, vou fazer um post sobre ele também.

Pedrinho.

Pedro Turambar

Já fui de um tudo nesta vida, mas há uma coisa que nunca deixei de ser: escritor. Escrevo para viver e manter minha sanidade em um mundo tão louco. Sou uma mistura de palavras, lágrimas e reclamações.

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Pedro Turambar

Pedro Turambar

Gosto de escrever, reclamar e não tenho controle sobre chorar. Escrevo há 10 anos sobre a loucura de viver em sociedade, futebol e falo bem e mal das coisas que leio, vejo e ouço.

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