na imagem, uma pessoa segura um sparkle

Tchau 2017, feliz Dois mil e Faça Coisas


Se tem uma coisa que eu posso desejar, quase que obsessivamente no próximo ano é que todo mundo faça coisas.

O ano que eu fiz 30 anos. Um ano que muita coisa que eu fiz, finalmente, deram algum resultado. Um ano redondo, pelo menos para mim, uma pessoa que adora números quebrados. 1987 para 2017. De uma década onde o mundo vivia uma tensão entre potências, instabilidade política, conflitos armados, economia instável, medo de uma guerra nuclear, corrupção, violência e uma geração que prometia estragar tudo que foi deixado para ela.

Tudo isso para uma década onde o mundo vive uma tensão entre potências, instabilidade política, conflitos armados, economia instável, medo de uma guerra nuclear, corrupção, violência e uma geração que prometia estragar tudo que foi deixado para ela.

Durante essas dezenas de viradas de ano o que eu aprendi é que a felicidade é quando você deseja que nada ou muito pouco mude na sua vida. Pela primeira vez na minha vida, foi assim que passei a virada do ano. Tem que melhorar umas coisinhas aqui, fazer outras coisas ali, mas o botão do piloto automático está ligado e eu estou bem satisfeito no momento, muito obrigado.

Talvez isso dure alguns anos. Por experiência própria, dura muito pouco. Porém, espero que desta vez o voo seja mais tranquilo por mais tempo. Os meus 20 foram uma montanha russa um pouco emocionante demais, que os 30 sejam mais retinhos. Não me importo em não subir tanto, contanto que não haja quedas absurdas.

Eu não quero pedir muita coisa não porque já tenho tudo. A maturidade traz uma coisa que é desejar menos e agradecer mais. Não estou falando agradecer (ou pedir) pra Deus. Já está na hora de você saber há coisas mais importantes no mundo que pedir ao Todo Poderoso um iPhone novo. Eu reservo ao Universo (um outro tipo de deus, só que justo) pedidos mais genéricos e mais abrangentes. Saúde e felicidade para as pessoas boas, principalmente aquelas que a gente ama.

Porque assim como os católicos, sou bem egoísta. Taí uma das coisas pra melhorar nos próximos meses. Veja, eu não estou dizendo o que eu acho que você ou todo mundo deveria fazer. Só estou te contanto o que eu estou fazendo. Deus me livre cagar regra aqui.

O grande aprendizado que tive na vida, até hoje, foi o seguinte: faça coisas.

Não importa o quê. Não importa quando. Não importa sua idade. Não importa sua capacidade. Apenas faça coisas. Qualquer coisa. Apenas comece e faça coisas. Veio na sua cabeça? Vai lá e faz.

Eu desejo para 2018 que eu, você e todo mundo possamos fazer coisas. Eu quero perder peso, ser mais saudável, cuidar mais do mundo, das pessoas (boas), quero filhos, quero a porra do universo porque eu quero fazer mais coisas. Todos os meus desejos são visando esse, e apenas esse, objetivo.

Sabe porquê? Porque o resultado vem.

na imagem, homem aponta para fogos de artifício no céu

Tudo de bom que aconteceu na minha vida em 2017 foi por coisas que eu fiz há dez, oito ou cinco anos atrás. Decisões que me tomaram tempo, dinheiro e não deram em “nada”. Só que elas deram em tudo. De começar um blog a desistir de uma carreira. Tudo que você faz, acaba virando.

Então, eu só desejo para mim e para você um monte de fazer coisas.

Até!

1. 2018 é o décimo primeiro ano deste blog. Por mais que tenha tido hiatos, é uma coisa, não?

2. Você viu minha lista dos melhores de 2017?

3. Vai por mim, faça coisas.

Pedro Turambar

Já fui de um tudo nesta vida, mas há uma coisa que nunca deixei de ser: escritor. Escrevo para viver e manter minha sanidade em um mundo tão louco. Sou uma mistura de palavras, lágrimas e reclamações.

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Gosto de escrever, reclamar e não tenho controle sobre chorar. Escrevo há 10 anos sobre a loucura de viver em sociedade, futebol e falo bem e mal das coisas que leio, vejo e ouço.

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