Music is Very Porreta // 40 Anos do Lendário Woodstock 69

Sendo um blog que fala de música rock o tempo todo, não poderíamos deixar de falar algumas coisinhas sobre os 40 anos do festival mais lendário de todos os tempos: Woodstock de 69!

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O encarte especial do Estado de Minas deste sábado diz e eu concordo “40 anos dos três dias que mudaram o mundo”. Imagine só o cenário: 1969, o homem subindo a Lua, guerra do Vietnam, Guerra Fria, jovens sem saber o que queriam e o que iriam fazer da vida, movimento hippie, drogas, drogas e mais drogas, artistas que se tornariam lendários, uma fazenda no interior do estado de Nova York, 500 mil pessoas, lama e história sendo feita.

Aí você pensa “Só pode dar merda!” e deu… muita, mas se não fosse isso, não seria Woodstock.

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O negócio foi tão sinistro que hoje você ouve o nome do festival e já pensa como deve ter sido ver aqueles shows, já pensa em como rock mudou o mundo de verdade, já pensa em como a música – e os músicos – de hoje, são uns merdas sem ideais, em como você queria estar lá.

Eu conheci Woodstock pelo disco duplo do festival de 94. Presente do meu querido padrinho – falando nisso, valeu Tio Fernando! – que me fez descobrir Green Day, Metallica, Joe Cocker, entre outros. E isso, obviamente me levou a descobrir o Woodstock de 69 e tentar entender o que pode ter sido ver os shows mais históricos das carreiras de artistas como Janis, Hendrix, Santana, The Who, Ten Years After, Creedance… e da música que – para mim – mais marcou o festival: a versão de With a Little Help From My Friends, por Joe Cocker:

Foram 3 dias no paraíso, 3 dias atemporais, 3 dias que só quem viveu pode ter idéia do que pode ter sido (psicodélico né?), 3 dias em que o mundo parou, 3 dias em que o Rock se mostrou, 3 dias de todo mundo peladão, fumando um e celebrando a vida e a liberdade!

Pena que eles, que estiveram lá, não podem contar pra gente como foi. Pois como disse um velinho numa entrevista “Se alguém te disser que lembra como foi o Woodstock, ele não esteve lá”.

Paz e amor! \/

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1 – No Fottus tem uma galeria com 100 fotos do festival, obrigo você a ir lá ver.

2 – Sempre que posso eu linko o Quem Matou a Tangerina, principalmente nos posts de rock.

3 – Aqui o site (oficial?) do festival do jeito que tinha que ser, mais hippie e antigo possível (1996 feelings).