Nerds Gonna Nerdar // Sessão de Cinema: Rio

Parafraseando o grande Maurício Saldanha (Cabine Celular), digo que Carlos Saldanha – sem parentesco com o Maurício, eu acho – deixou de ser frio com seu A Era do Gelo (que pra mim deveria ter ficado no primeiro) e colocou um pouco de calor no seu novo filme, Rio. Em todos os sentidos, seja nas cores, no clima, na paisagem, seja no amor, na paixão, na amizade e no calor de seus novos e queridos personagens. Rio se mostrou uma grande surpresa, e nada melhor que uma surpresa boa.

A trama pode até ser um pouco clichê se você analisar friamente, um animal é capturado em seu habitat, espécie em extinção… personagens secundários que permeiam todos os filmes desse tipo. Mas tudo acaba quando se trata de um diretor brasileiro – carioca – fazer tudo isso se passar no Brasil. Nunca tinha visto o Brasil ser mostrado de forma tão bonita e verdadeira no cinema, muito menos por Hollywood. Tá tudo lá. Como disse também o Maurício, eu me senti em casa, conhecia as referências, conhecia os lugares, a trilha sonora… tudo, tudo lembra o Brasil que eu conheço.

Obviamente, tudo isso num filme para crianças, mostrado de uma forma sutil de uma forma que nós entenderíamos. Para mim, o toque genial foi justamente o calor, uma palavra clichê, mas de maneira alguma de forma ruim ou é algum demérito para o filme. Você consegue ver o conflito do menino da favela, que não tem família, que sabe que fez uma coisa errada. Essa, aliás, é uma das melhores e mais emocionantes cenas do filme.

Só perde para quando Blu – o personagem principal – e você entendem o que Rafael – o tucano – diz com “você deve voar com o seu coração, e não com sua cabeça”. Esso é Brasil. Esse é o calor que eu disse lá em cima. Nós somos um povo muito mais passional do que racional, nós somos um povo que de certa forma é bom, ingênuo, mas bom. Estamos ali representados por Rafael, que ajuda o gringo sem pedir nada em troca, somos os dois passarinhos loucos Nico e Pedro, somos Fernando, o menino da favela e somos também – por que não? – os traficantes de aves, somos Nigel, somos no final das contas o Brasil.

Enfim, acho que Rio será a melhor animação do ano. Grandes chances de estarmos vendo aí o primeiro Oscar brasileiro, já que esse ano a Pixar vem com sua franquia mais fraquinha, Carros. Não vou dissertar sobre as qualidades técnicas do filme, é tudo simplesmente perfeito, e isso é um grande elogio, já que deve ser uma dificuldade tremenda renderizar e fazer penas e mais penas de aves com uma qualidade absurda.

Assisti em 3D – que é ótimo – e dublado. As ressalvas que faço aqui são Rodrigo Santoro (que dubla tanto a versão original, quanto a nossa aqui), essa ressalva eu faço apenas para criticar o quanto a dublagem estragou um filme que eu gostei muito (Enrolados). Luciano Hulk de dublador foi uma coisa horrenda. Dublagem não é algo simples, que basta um figurão qualquer, até porque todo dublador é antes um ator. E Guilherme Briggs, que faz maravilhosamente o vilão Nigel.

Bom, é isso. Não sei se consegui passar direito, mas assista Rio e leia o texto de novo. Você vai entender direitinho o que eu quis dizer.

Nota: 5

(sistema de notas)

***

1 – Sei que disse no texto, que no fim das contas somos um povo bom. Somos sim, tenho que acreditar que somos. O que aconteceu na tragédia do Realengo no mesmo Rio de Janeiro, é uma triste e terrível fatalidade, que não discerne credo, cor, ou nacionalidade.


Alta Fidelidade // Sessão de Cinema: Kick-Ass Quebrando Tudo

Alô Fábio Baldino (vulgo @fbaldino), chupa essa!

Depois dessa mensagem carinhosa a um leitor incrédulo eu volto a falar de cinema no blog. O que eu pretendo fazer mais vezes daqui pra frente. E volto chutando bundas.

Kick Ass é mais uma das trocentas adaptações de quadrinhos que vem acontecendo de uns tempos pra cá, e que vem dando certo. O quadrinho, criado por Mark Millar (roteiro) e John Romita Jr (desenhos) [vai ganhar uma resenha aqui já já] em 2008, foi distribuído por um selo da Marvel Comics, e rapidamente virou filme. Filme esse que – assim como a própria revista – foi rodado de forma independente em 2009, e lançado esse ano.

Ainda bem. Porque a parada é violenta e é chocante ver uma garotinha de 11 anos cortando membros e matando bandidos a torto e a direita.

E se o filme é violento, nem queira saber dos quadrinhos. Alí o nível triplica. Mas eu estou aqui para falar do filme e do que eu achei dele.

Vamos lá.

Kick Ass parte de uma premissa muito simples: “Por que diabos até hoje ninguém nunca vestiu uma roupa de borracha e saiu por aí descendo o cacete em bandidos?” E é exatamente a partir dessa pergunta que Dave Liasjfhjanekinsky digo, Lizewski resolve ser o cara a fazer essa idiotice. Dave é um adolescente comum que passou a vida toda lendo histórias em quadrinhos, sendo assim, ele compra uma roupa de mergulho no eBay e resolve combater o crime.

O problema de Dave Sputnicky é só um. Ele vive no mundo real.

E quando você se veste feito um palhaço e parte para brigar com nego “armado e perigoso”, apenas uma coisa pode acontecer com você. Você vai se ferrar bonito.

Após se tornar KickAss, Dave acaba se metendo em altas confusões com a galerinha da pesada.

O filme superou todas minhas expectativas. E ainda bem que eu vi o filme antes de ler os quadrinhos. A melhor definição que eu encontrei sobre KickAss: O Encontro de Superbad com Kill Bill. E o filme é isso.

Começa como um filme de adolescentes americanos, nerd no colégio, louco pela mais gostosa da sala, vira “super-herói” e… bem, é aqui que as coisas começam a ser um pouco diferentes. Na primeira vez que Dave vai enfrentar bandidos de verdade, ele toma porrada pra caramba, é esfaqueado e depois atropelado.

Parando com os spoilers por aqui, Kick Ass surpreende pela violência, humor e originalidade da história. Isso sem contar a garotinha aí da foto, que assim como nos quadrinhos ROUBA totalmente a cena. Chloe Moretz mais uma vez fantástica numa atuação perfeita. Ela me fez acreditar que uma garotinha de 11 anos pode chutar bundas bonito por aí. Ela é demais, mas os outros atores não ficam para trás. Nicolas Cage finalmente fez um papel que lhe cabia, o garoto Aaron Johnson não comprometeu – não achei nada demais, mas é um bom ator, tanto que foi cotado para ser o novo Homem-Aranha nos cinemas -, McLovin não me convenceu como mini-vilão, o que nem chega a ser surpresa… porra.. é o McLovin.

De qualquer forma, Mark Strong faz o vilãozão perfeitamente. As duas cenas da bazuca são brilhantes, de você pedir para pausar o filme e poder rir. Na parte técnica o filme é quase perfeito também, direção, fotografia, efeitos.

Sobre o roteiro, tenho algumas coisas para falar. Apesar de começar a ser rodado como independente e tudo mais, o roteiro é beeem hollywoodiano, o que nem sempre é ruim. Não vou dar spoilers, mas digo que achei as mudanças feitas em relação à revista foram ótimas, aquelas que tratam da história central. As pequenas mudanças é que poderiam ser descartadas.

Enfim, KickAss é um filme que cumpre muito bem sua proposta de divertir o público. Filme mais divertido do ano, de longe. E como eu gosto de violência e quadrinhos, é perfeito.

Nota 7 para Kick Ass.

(Não sei porque, mas decidi que a escala de notas aqui nos reviews será de 0 a 7, sendo 0 “Eu diria para você assistir Super Pop ao invés desse filme” e 7 sendo “CORREPROCINEMASEUMALUCO!”)

***

1 – Site oficial do filme

2 – Trailer

3 – No próximo post da seção de quadrinhos eu falarei sobre a Graphic Novel. =D


Crônicas do Cotidiano // Palanque

Nossa! Vim tirar algumas teias de aranha da minha conta, na verdade eu estou a ponto de ser demitida do blog caso não escrevesse, com toda razão, alias não cumpri a promessa de escrever pelo menos duas vezes na semana.

Na verdade sinto uma falta de inspiração, falta brilho para escrever, mas nem por isso quero parar.

Bem, essa semana comprei vários livros e quando chegou fiquei pasma! O livro veio com uma baita publicidade no verso. Fiquei decepcionada, e com vontade de reclamar – Sr. Turambar feelins – o que problema foi que o livro custou um preço consideravelmente caro e a propaganda do livro foi pra onde?

Sei que publicitários aceitam bem propaganda, mas quando é boa publicidade, provavelmente essa pagava a impressão ou a tradução do livro, mas podia ser algo diferente pelo menos pelo preço do livro.

Aproveitando a onda de reclamação quero deixar minha indignação com o Cinemark que já deu problema no filme duas vezes e nunca respondeu nem se importou com nenhuma reclamação que eu fiz.

Deixe sua indignação ai.


Alta Fidelidade // Roberto Carlos, O Contador de Histórias

robertocarlos

A primeira coisa que eu queria dizer é que sempre quis fazer essa seção de sessão de cinema no blog. Mas nunca fiz. Sei que já falamos sobre cinema aqui, mas até hoje não tínhamos uma seção própria para isso.

A segunda coisa, é do orgulho que eu tenho de estrear a seção falando desse cara aí ó. Roberto Carlos Ramos. Muita gente já ouviu falar dele, mas o principal é que muita gente já ouviu as histórias dele. A primeira vez que ouvi falar nele, foi na primeira entrevista que ele deu no Jô. Eu era novo, e me emocionei pra caramba com a história de vida dele e morri de rir dele contando.

Para você ter noção de como esse cara aí é incrível, estréia hoje nos cinemas de todo o Brasil o filme sobre a vida de Roberto Carlos de Ramos. O filme se chama O Contador de Histórias.Veja o trailer logo abaixo.

Imagem 3


Me dá mais orgulho ainda, por esse post ter sido uma sugestão do Leornardo Sacco do Blog do Governo de Minas Gerais, mais precisamente da coluna Orgulho de Minas – vale a pena visitar a coluna. Gostei tanto da idéia, e de com o maior prazer não só fazer um post para divulgar o filme, como também assistí-lo e fazer uma resenha aqui, que vou reproduzir o texto do pessoal do Blog do Governo de Minas sobre o filme.

De tanto contar sua história, Roberto Carlos Ramos teve sua vida retratada na telona no filme O Contador de Histórias que estreia dia 7  de agosto.

Tentar contar a história de Roberto Carlos Ramos é quase uma ousadia. Ele, um verdadeiro contador de histórias, mudou sua vida quando começou a compartilhar com as pessoas suas aventuras e desafios. A primeira a ouvi-lo foi a francesa Margherit Duvas, que o conheçou na Febem de Belo Horizonte, com 13 anos. A história que ela ouviu começava com um menino soltador de pipa, nascido numa favela da capital, caçula de 12 irmãos, que foi levado para a Febem aos 6 anos pela mãe, que acreditava estar dando uma vida melhor ao filho. E que naquela idade, já havia fugido mais 100 vezes da instituição, tinha sido violentado, havia cheirado cola, fumado maconha, roubado, vivido na rua etc.

O pequeno Roberto, com muita resistência de sua parte e persistência de Margherit, acabou aceitando conviver e compartilhar sua história com aquela moça de sotaque estranho. Ali nasceu uma relação de amor, de mãe e filho. Roberto acabou adotado pela francesa e foi morar na Europa onde completou seus estudos. Formado, ele voltou ao Brasil e foi estagiar na mesma Febem. Reencontrou a mãe, ajudou os irmãos e começou a contar sua história em palestras pelo país, sempre com um sorriso no rosto. “Minha mãe francesa me ensinou que poderia ser ordinário ou extraordinário. Esse extra faria toda a diferença. Eu tinha passado por dificuldades, mas estava ali formado e vivendo uma boa vida. Podia optar por contar minha história chorando ou distribuindo lenços.”

Sua história, que já é quase um roteiro pronto para o cinema, ganha as telonas no dia 7 de agosto, no filme O Contador de Histórias do diretor Luiz Villaça. “Luiz estava lendo um dos meus livros para o filho e acabou lendo a minha história e me procurou. Primeiro fiquei preocupado, eles vão contar a minha história? Ela é minha!”, diverte-se. “Começamos a conversar e trabalhar. Foram sete anos até a conclusão do filme”, lembra ele, que mesmo sendo o narrador do filme, só teve permissão de vê-lo depois de pronto.

Na obra, os personagens que interpretam Roberto aos 7, 13 e 18 anos são crianças e jovens da periferia de Belo Horizonte selecionadas especialmente para o filme. Marco Antônio Ribeiro dos Santos, Paulo Henrique Cândido Mendes e Cleiton dos Santos respectivamente. Os três dividiram o prêmio de melhor ator no primeiro festival em que o filme foi exibido, em Paulínia, no interior de São Paulo.

Hoje, com 43 anos, 13 filhos (adotados em idade tardia, quando ninguém mais se interessa, como faz questão de ressaltar), Roberto vive em Ibirité, é autor de livros infantis e continua a contar histórias em palestras pelo mundo, com o mesmo bom humor. “Estou contribuindo com o  melhor que faço para ajudar a mudar a realidade a minha volta.”

Garanto que você ficou no mínimo curioso para conhecer mais sobre Roberto Carlos Ramos e também para ver o filme. O trailer já é impagável, das melhores cenas de roubo a banco que eu já vi. Eu conheço a história e sempre que ouvia a história pensava em como isso daria um bom filme. E deve ter dado, porque vale a pena. Roberto é um brasileiro, um mineiro, um belo horizontino, vencedor. Como tantos outros que temos por aqui.

Tenho certeza que vou começar o post da resenha parafraseando o próprio Roberto quando garoto: Puta que na merda! Que filme! Que história!

***

1 – Siga o Blog do Governo de Minas no Twitter – @governomg

2 – Vale a pena ver o belo – belo layout e belo conteúdo – do Blog do Governo de Minas

3 – Lembra daquela campanha O Melhor do Brasil é o Brasileiro? Veja o comercial que fala do Roberto Carlos Ramos.


Music is Very Porreta // Clockwork Quartet: uma viagem tecnológica através da música

Acredito que boa parte dos leitores conheçam o gênero steampunk, muito utilizado no cinema e na literatura. Ok, não pelo nome, mas já tiveram grande contato com ele.

Vocês devem conhecer muito bem um tal de Júlio Verne. Ele é um dos grandes criadores do estilo steampunk lá pelo final do século XIX. Com obras fantásticas como “Sete Mil Léguas Submarinas”, Verne trouxe um estilo diferente para a literatura, onde a tecnologia da época – mecânica, vapor, carvão – teria evoluído a níveis inimagináveis com robôs mecânicos, carros, aviões, etc.

Do estilo dele surgiram dúzias de autores, primeiramente na literatura, depois passando para histórias em quadrinhos, filmes e seriados. Alguns exemplos bem conhecidos do estilo steampunk são o filme “Liga Extraordinária” e “De Volta para o Futuro III”.

Foi sem dúvidas o início da ficção científica, quando os homens imaginaram o futuro e criaram histórias fantásticas em cima disto. Podemos também considerar o steampunk como pai de obras como Matrix e o Exterminador do Futuro.

Então trago hoje para vocês um grupo diferente, que faz steampunk na música! O Clockwork Quartet é um grupo britânico de 13 pessoas um pouco misterioso que surgiu há pouco tempo com um site oficial e duas músicas de ótima qualidade.

Não tenho muito a dizer sobre o conceito musical deles, não é algo que você costume ouvir por aí todo dia, se é que me entende. Tem um pouco de folk, um pouco de progressivo que me lembra em alguns momentos o Pink Floyd, e não, não tem nada a ver com heavy metal ou rock.

Eles tem sete personagens que irão, pelo que há nas dus músicas disponíveis, contar suas histórias. As duas músicas disponíveis, “The Doctor’s Wife” e “The Watchmaker’s Apprentice” contas histórias respectivamente dos personagens The Doctor e The Fugitive.

O estilo sombrio colocado nas músicas é fascinante, nunca ouvi nada que se compare. As letras são bastante profundas e a música ambientaliza todo o conceito do steampunk. Você se sente em uma daquelas histórias antigas, com engrenagens por todos os lados, com instrumentos e máquinas gigantescas que fazem qualquer coisa que você imagina, muito bronze, vapor, madeira, carvão… bem, só vocês ouvindo para saber do que falo.

***

1- Você pode visitar o site oficial do Clockwork Quartet, com fotos do grupo, algumas informações e baixar as músicas do grupo em formato MP3, as letras e até mesmo partituras. O grupo oferece seu trabalho para ser divulgado e utilizado conforme o Creative Commons.

2- No blog Steampunk Workshop, Jake von Slatt mostra algumas como fazer itens como teclado, monitor, guitarras… tudo no estilo steampunk.

3- Temos um site oficial sobre steampunk no Brasil, visite clicando aqui.


Crônicas do Cotidiano // Atividades Complementares – Como eu (não) gosto delas!


Um querido amigo meu veio conversar comigo outro dia sobre um problema que temos na faculdade…e ele ADORA que eu fale sobre isso aqui no blog. Enfim. Teve até um texto um tempo atrás que eu escrevi baseada em histórias reais E a pedido dele, tal texto sobre TCC

Logo depois desse texto ele começou a falar um monte a respeito de uma matéria que temos na faculdade, e muitos outros alunos enfrentam o mesmo dilema. Eu disse então para ele escrever…e não é que o garoto me mandou o texto prontinho?

Agora com vocês:

Ricardo Felix e a Atividade Complementar


Atividades Complementares na Faculdade…complementa o quê?

Existe na UNIP ( onde faço facu) uma matéria obrigatória pelo Conselho Nacional de Educação, a famigerada “Atividades Complementares”.

O intuito do Conselho com é certeza sem contestação:

“Compreende-se de atividades enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do aluno, visando seu crescimento intelectual, especialmente, nas relações com o mundo do trabalho, nas ações de pesquisa e nas ações de extensão junto à comunidade.” (certíssimo).

Basicamente você vai a eventos, workshop, cinema, teatros, faz um relatório e entrega para a professora que ministra esta matéria, tudo isso, visando as relações com o mundo de trabalho, integralizando essa cultura com o seu cotidiano, revelando até aptidões ou paixões que nunca pensou (Ópera, Estudos de Caso, Pesquisas Exploratórias, etc)

Então tá… Agora me responde quem, hoje em dia, tem tempo pra gastar, ou melhor, quem cumpre as Atividades Complementares pensando no “crescimento intelecual”?

Essa matéria acaba tornando-se um estorvo na vida dos acadêmicos, tanto na hora de buscar pontuação para o cumprimento da matéria (sim, tem pontuação mínima pra passar), quanto no tempo que se perde fazendo os relatórios cheios de regras e obrigações para entregar ao professor, em meio a provas, TCC e trabalhos.

Sem contar que, você não pode simplesmente fazer algo que gosta e pegar comprovante; alguém se lembra de comprovante entregue em Shows?? Teatros??? Eu não!

Então o jeito é literalmente “sair correndo” na caça de comprovantes, ligar para os amigos, parentes, certa vez tive que fazer relatório de um filme croata…(nem lembro do nome, sequer do que tratava-se o mesmo). Pelos relatórios eu já devo ter ido à Pinacoteca umas 15 vezes, daqui a pouco até os quadros irão me cumprimentar!

Aliás nessa corrida, não é difícil escutar no dia de entrega, no meio da classe, alguns gritando:
“Quem quer um comprovante de cinema???”… “ Olha se alguém tiver alguma palestra eu troco por um cinema!!!”

Tem um amigo da facu, que conforme os relatórios, foi a 4 filmes diferentes com uma diferença de 10 minutos entre uma sessão e outra!

Resumindo, um verdadeiro mercado negro entre alunos e comprovantes.

Este post é única e exclusivamente para expressar meu desânimo e irritação a respeito desta matéria, e que o conselho podia pelo menos pensar em algo, pra não transformar essa nobre matéria em uma Cultura Obrigatória, burocrata e burra!!!


Eu concordo com ele e você? Passa ou já passou por isso?


  1. Ai gente, to sem link. Quer aparecer aqui? Manda pra @fouquet e se eu achar que vale a pena, no próximo eu linko, ok?

Alta Fidelidade , Crônicas do Cotidiano // coisas que marcaram minha infância: filmes

Depois de quase 2 meses voltamos com a série de posts das Coisas Que Marcaram Minha Infância e dessa vez é um dos melhores e que eu mais queria fazer: FILMES. Sabe aqueles filmes… é aqueles que formaram seu caráter, que fizeram você sair pulando como louco na sala da sua mãe, deixando ela mais louca ainda. Aqueles filmes que fizeram você querer brigar na escola para dar seus golpes favoritos. Aqueles que você assistiu 80 vezes e ninguém mais aguentava ver você vidrado em frente a TV. Pois é, tenho certeza que você vai encontrá-los neste post.

Antes disso, confira os outros posts da série Coisas Que Marcaram Minha Infância

- Jogos de Super Nintendo

- Músicas

- Edição Especial Dia das Crianças

- Brinquedos, Jogos de Tabuleiro e Coisas do Tipo

Hoje o post é mais do que especial, já que foi feito por mim e por um convidado muito especial, o maior ativista gay de Belo Horizonte Rafa Barbosa do blog.. RafaBarbosa.com (mais original e criativo impossível não?). Pois bem, a idéia inicial era de fazer a lista de 6 filmes… vimos que era impossível e passamos para 8 filmes. Falhamos. Então são 10! Filmes inesquecíveis que marcaram a infância de todo mundo. Tenho certeza.

E sim! Um monte de filme ficou de fora. Ou você esperava que nós fizessemos a lista dos 89 filmes que marcaram nossa infância? (Pedro)

Não dá pra falar de infância sem citar aqueles filmes que a gente sempre fazia questão de assistir na Sessão da Tarde ou no Cinema em Casa. Era uma época mágica. As nossas únicas preocupações eram se concentrar em fazer o para-casa, jogar vídeo-game e ver TV. Bons tempos aqueles.

E por falar em Sessão da Tarde e Cinema em casa, é claro que teriam aqueles filmes especiais que marcaram a nossa infância. E pode acreditar, não são poucos. Mas eu e o homossexual do Pedro vamos falar sobre os filmes que temos mais carinho. Aqueles cujo nosso caráter não seria o mesmo sem a sua influência direta.

Portanto, se você nasceu nos anos 80, cresceu nos anos 90 e hoje em dia acha que todas as refilmagens são uma bosta, sente-se confortavelmente em sua cadeira, pegue o seu baldinho de pipoca e relembre com a gente aqueles filmes clássicos que fizeram parte da infância de todos nós, marmanjos com seus vinte e poucos anos. (Rafa)

Goonies – Rafa Barbosa

goonies

Esse é sem dúvida alguma o filme que mais marcou a minha infância. Sabe aquela aventura que você sente uma vontade enorme de fazer parte? Então. A primeira vez que assisti a esse filme, minha reação imediata quando os créditos começaram a subir foi correr para pegar a minha bicicleta e sair atrás de um mapa do tesouro.

Na época eu estava no sítio da avó do meu vizinho. Ou seja, as possibilidades eram reais (pelo menos na minha cabeça e na dele) e então fizemos isso. Saímos andando de bicicleta pela propriedade procurando alguma entrada secreta que nos levasse a alguma aventura fantástica. Infelizmente isso não aconteceu.

Desse dia em diante, aqueles nomes nunca saíram da minha lembrança: Gordo, Bocão, Mikey, Dado, Stef, Andy e é claro, o símbolo desse filme, Sloth Fratelli.

Não sei vocês, mas Goonies definitivamente moldou o meu caráter. Aquele sim foi um filme de aventura.

Conta Comigo – Pedro Turambar

conta comigo

Esse é o típico filme que você sempre viu, e sempre quer ver denovo. Apesar de quase nunca lembrar o nome dele, você nunca se esqueceu. Mas conhecido como o filme dos 4 garotos que vão atrás do corpo de outro garoto morto. O filme é marcante por vários motivos, um deles é pela aventura sem tamanho de sair junto com mais três cara para ver o corpo de um garoto da sua idade.

Que garoto nunca quis fazer uma coisa assim? Conta Comigo foi um dos filmes que mais marcou a minha infância, pela aventura, pela amizade e principalmente pelas histórias dos garotos. A história não poderia ser de ninguém menos do que Stephen King, o grande mestre – É uma das histórias do ótimo livro Quatro Estações.

O melhor de tudo é que o final é o pior, justamente porque a aventura acaba. Durante toda minha vida eu quis desviar do trem. E é claro, tenho pavor só de pensar em sanguessugas no meu saco.

**UPDATE** – Assim como Karate Kid, Conta Comigo também está no Youtube, divido em partes. Veja a primeira parte aqui e vá seguindo.

Rambo – Rafa Barbosa

rambo

Não importa se é Rambo – Programado para Matar, Rambo II – A missão ou Rambo III. O que importa é que a história do exército de um homem só sempre fez parte dos filmes da sessão da tarde. Mas, em especial, o que mais me empolgava era Rambo.

Sabe aquele cara que você olha e admira. Aquela admiração do tipo “Caralho, que cara foda. Quero ser ele quando crescer”? Eu ficava exatamente assim quando via John Rambo em ação.

A idolatria era tamanha que eu não sosseguei enquanto minha mãe não me deu a faixa vermelha e faca do Rambo. De plástico, mas ainda sim uma perfeita e precisa arma letal. E pra coroar, meu primo me deu “o relógio do Rambo” com cronômetro, bússola e pulseira camuflada. Eu estava pronto para a guerra.

Não preciso nem dizer que foi tremendamente emocionante assistir Rambo IV, né? Um dos meus maiores ídolos da infância ali, vinte anos depois em plena forma e ainda sim uma máquina de matar como nenhuma outra.

Eu só não saí matando ninguém, mas Rambo foi mais um dos filmes que marcaram a minha infância.

Duro de Matar – Pedro Turambar

durodematar

Antes de qualquer coisa eu gostaria de dizer… Yippie-Kay-Yay MOTHERFUCKER! Duro de matar não marcou apenas a minha infância, marcou também pela vontade dos meu familiares me matarem. Imagine o que é ter em casa um garoto de 8 anos de idade gritando Yippie-Kay-Yay Motherfucker o dia inteiro. “Pedrinho meu filho, como foi a escola?” “Foi Yipikaiei módefoque, mãe”, “Pedro vai dormir anda!” “´Tá bom… Yipikaiei módefoque”.

Tudo, absolutamente tudo que saia da minha boca terminava com essa frase. Meus heróis na infância? Meu pai, John McClane, Han Solo e Axel Foley. Com orgulho. Eles deram sorte que quando eu vi o primeiro, já tinham lançado os 3, se não seriam três fases de Yippie-Kay-Yay e ninguém iria aguentar.

Duro de Matar me marcou tanto, que toda vez que eu brincava com meus comandos em ação, ou eu imaginava que era um policial ou qualquer coisa, sempre tinha aquela parte em que eu pisava em cacos de vidro, deixava um rastro de sangue e depois retirava caquinho por caquinho do pé. Nunca soube da onde eu tirei isso. =D

Karate Kid – Rafa Barbosa

karate kid

Ah a história de superação. Do carinha franzino que apanha de todo mundo e no final enfia o pé na cara de todo mundo. Quem aqui nunca viu a história de Daniel LaRusso e o seu insuperável mestre Sr. Miyagi?

Todo mundo já foi o Daniel LaRusso pelo menos uma vez na vida. O cara que todo mundo tirava uma onda, batia e ainda zoava com a cara. Mas aí ele conhece um velho com “certas habilidades” que o transformariam em um dos maiores karatecas do mundo.

Cenas marcantes como o a surra para os alunos da Cobra Kai vestidos de caveira, as técnicas infalíveis para encerar um carro e limpar um chão e, por fim, a cena mais clássica de todas: o chute da garça acertando em cheio o nariz de Johnny Lawrence.

Pooorra! Sensacional. Não tem um sentimento maior de Win do que esse. É o tipo de história que, ao final da projeção, o Daniel LaRusso pode sentar e falar: Epic Win!

Com esse filme eu aprendi uma coisa: só devo lutar no tatami. Por isso eu não ando por aí demonstrando meus dotes marciais.

Para entender melhor o que eu estou falando, apenas clique e aprenda

Um Tira da Pesada – Pedro Turambar

umtiradapesada

Antes de qualquer coisa, clique neste link. Então, agora que você está no clima, vamos falar de Um Tira da Pesada… ei, pare de rir… foco.. vamos lá, eu sei que é difícil, mas você está lendo um texto, segure o riso só um pouquinho. Axel Foley o homem, o mito, a lenda.

Antes de falar dos filmes, tenho que dizer que Eddie Murphy é um ídolo pra vida toda. Ele simplesmente estava uma vez por semana na sessão da tarde com milhares de outros filmes marcantes. Existem rumores de que Um Tira da Pesada 4 será feito. Só digo que estarei lá, na estréia, e terei 9 anos de idade denovo.

As coisas que mais me marcaram, é que o maldito nunca estava na jurisdição dele – idêntico a Duro de Matar-, e sim naquela época eu aprendi o que era a jurisdição policial. Além das trabalhadas e das armações incríveis que ele fazia, os filmes eram mais engraçados que qualquer coisa. Eu ainda choro de rir das cenas em que “Akwel” se encontra com o incrível brilhoso Serj. Lágrimas correm só de lembrar.

A cena mais épica para mim é quando Axel vai usar aquela arma espalhafatosa no terceiro filme, e ao invés de atirar toca música, solta fumaça… Axel Foley sempre vai ser o policial mais divertido da história do cinema.

Indiana Jones – Pedro Turambar

indianajones

Eu contei isso para poucas pessoas, mas Publicidade foi a minha segunda escolha de carreira. Na verdade, a terceira… mas eu logo descartei ser um policial de Nova York ou de Detroit. Eu queria porque queria ser Arqueólogo. Sério. Pô, eu gostava de história, geografia e era aficcionadoapaixonadomalucopelamordedeus com Indiana Jones.

Olha, quantos domingos eu não passei assistindo A Última Cruzada, com a familia toda. Meu pai vibrava, minha mãe adorava, eu e meus irmãos não desgrudavamos o olho da televisão. Durante muito, mas MUITO tempo, eu sempre pedia de natal/aniversário/páscoa/diadascrianças/semanasanta/quaresma uma jaqueta de couro, um chapéu e claro, um chicote igual do indiana.

A jaqueta eu até ganhei, mas minha mãe barrou o chapéu e o chicote. Indiana foi um que rendeu anos e anos de história épicas com meus comandos em ação. Sem contar o que eu aprendi de história, cultura e conhecimentos gerais vendo os filmes. E obviamente eu não podia deixar de linkar esta cena.

Rocky – Rafa Barbosa

rocky2

Você reconhece o filme só pela música de introdução. Quando as primeiras notas de Gonna Fly Now começam, você sabe que está prestes a assistir a história de um campeão. De um cara foda. De um cara que você jamais será igual, mas ainda sim o admira pra caralho.

Estamos falando do Garanhão Italiano – The Italian Stallion – Rocky Balboa. O “cobrador” da máfia que se tornou o maior boxeador da história. Mohamed Ali? Evander Holyfield? Não são nada perto de Balboa.

Vai dizer que você não torceu por ele em cada minuto durante a primeira luta contra Apollo Creed? Na revanche então nem se fala. E depois a surra épica para Clubber Lang ou então o trágico fim de Apollo e o famoso discurso pela união entre “América e URSS”? O quinto filme a gente ignora, mas a surra no Tommy Gunn é memorável.

E aí, em 2006, o cara vai e ME presenteia com um novo filme de Rocky Balboa. Sim, pois essa foi a minha sensação. Stallone fez esse filme pra mim. Da mesma forma que você acredita que ele fez esse filme pra você.

Temos uma história com esse cara. Uma história que começou bem antes de nascermos, lá nos anos 70. E de repente, sabendo que quem cresceu assistindo esses filmes hoje em dia são em sua maioria adultos, nos presenteia com o bom e velho estilo Rocky Balboa de ser.

Sem esquecer que o tempo passou. Vai dizer que não foi lindo ver um senhor de 60 anos de idade surrando um boxeadorzinho metido a fodão? Olho do Tigre! Nunca fez um Cooper tocando Eye of the Tiger na cabeça não? Pois eu já e acredite, você se empolga completamente.

A sensação que eu tenho é de que esses caras nos ensinam tudo o que precisamos para sermos bons adultos. Nos ensinam a brigar, nos ensinam a combater terroristas, nos ensinam praticamente tudo sobre a vida. E é por isso que eles são marcos para nós.

Star Wars – Pedro Turambar

starwars

A lista foi feita em dupla, e nos 8 primeiros filmes da lista eu e o Rafa colocamos juntos e concordamos em todos. Os últimos dois ficaram a escolha de cada um. Eu jamais faria qualquer lista falando de cinema sem citar Star Wars, jamais! Assim como nos maiores personagem de cinema eu coloquei Darth Vader em primeiro lugar.

Eu tinha exatamente 10 anos de idade quando meu irmão Mateus – sempre ele – falava de um tal de Guerra nas Estrelas pra cima e pra baixo. Até que um dia ele alugou a triologia – a clássica, por favor – e com o uso de sua inteligência moleque, sua malemolência, ele gravou os três filmes em apenas uma fita VHS. Duas horas para cada filme certinho, 6 horas gravadas em EP na fita. Graças a nossa saudosa câmera filmadora.

Aquilo para mim e para meu irmão era o tesouro mais valioso que tínhamos. Sério mesmo, eu dava meus comandos em ação mas não deixava a fita de lado. TODA SEMANA, eu e ele fazíamos a seção Guerra nas Estrelas, o que deixava meus pais malucos. Quem não gosta não entende, nem nunca vai entender a paixão e a fascinação que SW causa nos fãs. Porra, você queria o que? Poderes especiais, naves espaciais, guerras intergaláticas e é claro ESPADAS LASER! Que criança não ficaria maluca? E Darth Vader então?

Toda vez que vejo a triologia clássica eu me sinto denovo aquele menino de 10 anos que ficava 6 horas em outro mundo, com os olhos brilhando vendo uma das obras artísticas mais fantásticas de todos os tempos. A cara… como eu fui uma criança feliz!

Curtindo a Vida Adoidado – Rafa Barbosa

curtindoavidaadoidado

Da mesma forma que Português e Matemática são matérias básicas da escola, Curtindo a Vida Adoidado é bibliografia básica da vida. Tudo o que você precisa saber sobre se divertir, a não perder tempo e aproveitar o que de melhor à vida pode oferecer, você aprende com Ferris Bueller.

Ferris Bueller é um cara que te inspira. Você não quer ser o cara, você quer ser apenas como ele. Você quer apenas tirar um dia de férias durante o ano letivo, pegar a sua namorada e seu melhor amigo e aproveitar tudo aquilo que tem direito.

Desde almoçar em um restaurante caro, andar de Ferrari até cantar em pleno desfile no meio da cidade lotada. E tudo isso sem se preocupar com as conseqüências. Apenas se divertir com seus amigos.

John Hughes fez filmes que marcaram toda uma geração. Inclusive a minha, que pegou esses filmes bem depois, quase dez anos após o lançamento. O cara conseguiu captar toda a essência dos jovens e transformar em dois roteiros de filmes que são essenciais para qualquer pessoa: Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco.

Curtindo a Vida Adoidado está aqui na minha lista pelo simples motivo de que é insuperável, de longe, a melhor comédia adolescente já feita. O mais próximo dele que vi recentemente foi SuperBad. Mas a história de Ferris Bueller continuará sendo insuperável. Pelo menos pra mim.

***

Olha, sinceramente nós esperamos que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos fazendo esse post maravilhoso. Maravilhoso não por ser uma lista de filmes, não porque foi eu e o Rafa, não porque é meu blog… maravilhoso pelos momentos inesquecíveis que eu tive vendo milhares de vezes todos esses filmes.

Maravilhoso pelo fato de no MSN não saber qual era a criança mais feliz escrevendo. Há muito tempo não tinha uma conversa tão animada, só para você tentar entender um pouco o que tudo isso representa para nós.

Me chamem de nostálgico, de sonhador… sou mesmo. E um post desse, falando sobre tudo isso, é como rever as aulas de cultura, caráter, amor por minha família. Porra, não é todo dia que você se lembra de vários momentos de pura felicidade e êxtase numa tacada só. (Pedro)

A cada palavra digitada sobre os filmes acima, a vontade de correr e baixar só aumentava. Sim, baixar, porque dificilmente encontraria alguns deles na locadora do bairro que hoje estão repletas de Camp Rocks, Crepúsculos e High School Musical’s da vida.

São filmes que não importa quantas vezes assistimos, a emoção é a mesma. Quem vê de fora enxerga um Pedro e um Rafael velhos, barbudos e gordinhos em frente a TV ou computador. Mas só a gente sabe que naquele momento não somos adultos, e sim aquelas duas crianças de 15 anos atrás se divertindo ao rever as aventuras daqueles caras que nos moldaram a ser o que somos hoje.

Sim, porque eu, pelo menos, aprendi muito mais com todos esses personagens do que os meus professores poderiam me ensinar.

Nostalgia? Sim, por favor. Se não pudermos lembrar do que marcou a nossa infância, então que graça tem ser adulto?

Espero que gostem dessa pequena listinha que friso em dizer, é completamente pessoal. Não é um Top nada, são apenas os filmes que marcaram a nossa infância. (Rafa)

Depois de tudo isso só posso dizer uma coisa: OBRIGADO Harrison Ford, Sylvester Stallone, George Lucas, Matthew Broderick, Steven Spilberg, Stephen King, Bruce Willys, Eddie Murphy… caras, OBRIGADO MESMO! (Pedro e Rafa)

***

Assine o Feed do Crepúsculo

1 – Num post como esse, eu sou obrigado a linkar o blog que inspirou a seção. Quem Matou a Tangerina? Do sensacional Fred Fagundes, culpado também de ser um eterno nostálgico.

2 – Agradeço imensamente ao Rafa Barbosa pela ajuda e por dividir comigo os momentos de criança feliz.

3 – Não tem nada a ver com o post, mas o recém lançado blog A Melhor das Intenções merece demais uma citação. Ótimo tema e texto das meninas: @camillaconde, @lucianasabbag e @pripoashampoo

4 – Esse, na minha humilde opinião, é de longe o melhor post que este blog já viu.


Crônicas do Cotidiano // O que esperar de Exterminador do Futuro 4: A Salvação?

Aqui estou eu novamente para um post mais que especial. Este autor que vos fala foi gentilmente convidado para ver a cabine de Exterminador do Futuro 4: A Salvação, e trazer para vocês com exclusividade um pouco sobre este super filme que será lançado, sem spoilers claro.

O Exterminador do Futuro 4 – A Salvação deveria ser o recomeço da franquia Terminator, mas nele vemos mais uma continuação dos últimos três filmes do que qualquer outra coisa. Quem conhece bem a história, pelo menos dos outros três filmes da série, já verá em Salvation muitas coisas no que se aparar, começando pelos caracteres iniciais, onde um pequeno texto coloca o espectador a par da história anterior ao filme.

Juntamente com esta apresentação conhecemos Marcus Wright, um prisioneiro no corredor da morte que é convencido pela Dra. Serena Kogan a doar seu corpo para pesquisas médicas. Um ano depois acontece a ativação da Skynet e o Dia do Julgamento (Terminator 3).

A passagem então leva a 2018, onde John Connor (agora já como o herói da humanidade) ataca com um grupo da Resistência uma base da Skynet. O grupo descobre na base diversos prisioneiros humanos e planos para fazer um exterminador com tecidos humanos. A base é atacada e John é o único sobrevivente, porém Marcus depois do resgate de John aparece entre os destroços, caminhando aparentemente sem rumo.

Os líderes da Resistência descobrem uma frequência que pode desativar as máquinas da Skynet e planejam uma invasão a base central da rede em São Francisco. Eles também descobrem os planos da Skynet de matar todos os líderes da Resistência em quatro dias, John é o segundo da lista e Kyle Reese o primeiro.

Assim começa o filme, em um roteiro bem elaborado e estruturado fortemente na história da série. O roteiro, vale a pena dizer, é no meu ver a parte mais fraca do filme. Ele se torna um pouco – para não dizer bastante – previsível no decorrer do filme, mas isso também acontece por você já conhecer mais ou menos como é a história da série e onde ela pretende chegar.

Os efeitos especiais são fantásticos, mostrando como sempre a qualidade da produção do filme e não deixa nada a desejar para os outros filmes da franquia ou qualquer dos lançamentos mais recentes do cinema. O filme é cheio de ação e emoção do início ao fim, com muitas explosões, reviravoltas e combates. A cenografia também foi muito bem elaborada, e não pouparam os detalhes para mostrar um mundo completamente destruído após a guerra nuclear.

O famoso diretor Joseph McGinty Nichol, mais conhecido como McG, famoso pelos seus clipes musicais de bandas famosas e pelo filme As Panteras, fez um ótimo trabalho no comando de Terminator, que sem dúvidas deve criar uma sobrevida a franquia e uma espectativa para o próximo filme da série (pelo menos em mim criou, e muito, coisa que não aconteceu após eu assistir Terminator 3).

Outra coisa que me chamou muito a atenção foi a filmagem e o uso das câmeras. Se tem algo que atualmente pode trazer emoção ao cinema é a mudança dos padrões quadrados de filmagem. McG usou em Salvation algumas técnicas interessantes que eu não me lembro de ter visto em filmes deste gabarito. A filmagem coloca o público dentro da cena de uma maneira que eu considero genial e fora dos padrões clichês dos filmes de ação. Veja as cenas de perseguição e conflito no decorrer do filme, principalmente a cena do helicóptero e o confronto com o exterminador logo no início e você entenderá o que estou tentando dizer.

As referências da história também estão presentes e muito bem colocadas. As fitas que Sarah Connor faz para seu filho estão presentes, e John as ouve no decorrer do filme. Outra presença genial é do bom e velho Governator que faz uma pontinha no filme, mesmo que seja por CGI (imagem gerada por computador). O ponto baixo é o uso dos outros personagens fora Marcus, John e Kyle. Nem mesmo a mulher de John, Kate Connor, teve uma participação satisfatória no filme. A história acaba girando tanto em torno destes três personagens que sentimos falta de um pouco mais de enredo.

Outro ponto que senti falta foi do bom e velho humor, marca dos filmes da série. Até em T3 tinhamos algumas tiradas engraçadas que foram completamente esquecidas neste filme e farão falta para muitos dos fãs. Faltou como um todo algumas quebras entre as cenas de ação para “descansar” o público. Existem, mas são poucas.

Resumindo: o filme é ótimo! Muito bem elaborado e realmente superior ao seu antecessor (Terminator 3). Não é nem será nenhum clássico do cinema como T1 e T2, mas T4 traz uma proposta totalmente nova a série em termos técnicos que acredito que mereça ser vista. McG fez um bom trabalho e merece o voto de confiança dos amantes da história. Terminator 4 é sem dúvidas um dos ótimos lançamentos cinematográficos deste ano.

Trailer do filme em HD legendado:

***

1- Você pode utilizar de muitos recursos para assistir o filme ou esperar ele sair em DVD, mas T4 é o tipo de filme que é muito melhor se assistido em um telão. Vá por mim, você não irá se arrepender.

2- Se você quiser alguns spoilers do filme leia o texto mais que completo do Denis Pacheco no blog Goma de Mascar (tem spoilers, o clique e a leitura é por sua conta e risco e não adianta me processar depois)

3- Agradecimentos ao grande mestre Inagaki.


Crônicas do Cotidiano // Os 10 maiores personagens do Cinema

Quanto tempo eu não falo de cinema em? Bom, outro dia eu estava lendo os feeds do Tarja Preta (que aliás é um blog sensacional que eu só conhecia de nome, mas resolvi ler e rapidinho virei fã) quando me deparei com este post sobre a lista dos 10 maiores vocalistas de todos os tempos. Bom isso nada tem a ver com a lista de cinema, mas é que lá tinha um outro link para a lista dos 100 Maiores Personagens do Cinema. No post o Luiz Jeronimo fala que ficou com a pulga atrás da orelha por causa do primeiro colocado da lista, o grande Tyler Durden (de Clube da Luta, interpretado por Brad Pitt), então fui correndo ver a lista e assim como o Luiz fiquei com a pulga atrás da orelha.

Eu como mais um amante do cinema e também como blogueiro pensei “Porque não fazer uma mexida nesta lista aí e postar?”. Então foi isso que eu fiz. Obviamente eu não iria mexer nos 100 eleitos, resolvi eleger meus 10 Maiores Personagens do Cinema. Você verá a posição que eu coloquei e também a posição original do ranking, lembrando que vale a pena você clicar no link lá em cima e conferir a lista completa, é muito bacana.

Então vamos à lista:

10° Colocado: Capitão Jack Sparrow (Na lista original está na 8ª Posição)

Interpretado por: Johnny Dep

Filme: Piratas do Caribe 1-3

Frase:“Parece que chegamos a um lugar muito especial. Spiritualmente, ecumenicamente e gramaticamente falando” Jack Sparrow.

Melhor Momento: Bêbado e completamente ultrajado ao descobrir que Elizabeth tinha destruído todo o estoque de Rum.

***

9° Colocado: Indiana Jones (Na lista original está na 6ª Posição)

Interpretado por: Harrison Ford

Filme: Indiana Jones 1-4

Frase:O pai de Indiana pergunta a ele “Como soube que era um nazista?” Indie então responde “Porque ele falava enquanto dormia”.

Melhor Momento: Quando Indie simplesmente atira no espadachim que ficou fazendo firulas com a espada na frente dele. Aliás acho essa uma das melhores cenas do cinema.

***

8° Colocado: Rocky (Na lista original está na 34ª Posição)

Interpretado por: Sylvester Stallone

Filme: Rocky 1-6

Frase:Adriaaaaaaaaaaaaaaaaaan.

Melhor Momento: A sequência de treinamento de Rocky I que culmina na histórica subida das escadas do Palácio da Justiça na Filadélfia, ao som de Fighting Harder.

***

7° Colocado: Tyler Durden (Na lista original está na 1ª Posição)

Interpretado por: Bradd Pitt

Filme: Clube da Luta

Frase:“Regra número um: Você não fala sobre o Clube da Luta. Regra número dois: Você não fala sobre o Clube da Luta.” Tyler Durden

Melhor Momento: Sem dúvida alguma quando Tyler fala das regras do Clube da Luta na primeira reunião do clube.

***

6° Colocado: Hannibal Lecter (Na lista original está na 1ª Posição)

Interpretado por: Sir Anthonny Hopkins

Filme: O Silêncio dos Inocentes

Frase:“Eu queria que tivessemos mais tempo para conversar, mas tenho um velho amigo para jantar.” Dr. Hannibal Lecter

Melhor Momento: Quando ele arranca um pedaço da garganta do enfermeiro para escapar.

***

5° Colocado: John McLane (Na lista original está na 12ª Posição) – um dos meus favoritos

Interpretado por: Bruce Willis

Filme: Duro de Matar 1-4

Frase“Yippee-ki-yay, motherfucker!” John McClane – Não iria traduzir isso, seria uma maldade

Melhor Momento: No último filme, quando o garoto pergunta espantado diz que ele jogou um carro em um helicóptero e ele diz apenas “Fiquei sem balas”.

***

4° Colocado: Don Vito Corleone (Na lista original está na 10ª Posição) – 12ª??? pelo amor de Deus

Interpretado por: Marlon Brando

Filme: O Poderoso Chefão

Frase: “Farei uma proposta que ele não irá recusar” Vito Corleone

Melhor Momento: Qualquer um em que ele dizia essa frase.

***

3° Colocado: Maximus Decimus Meridius (Na lista original está na 35ª Posição) – A maior injustiça da lista.

Interpretado por: Russel Crowe

Filme: Gladiador

Frase“Meu nome é Maximus Decimus Meridius, comandante dos Exércitos do Norte, General das Legiões Félix, leal servo do verdadeiro imperador Marcus Aurelius. Pai de um filho assassinado, marido de uma esposa assassinada. E eu terei a minha vingança, nesta vida ou na próxima. ” Maximus – Para mim a fala mais perfeita de todos os tempos.

Melhor Momento: O momento em que ele tira a máscara e diz essa fala para o imperador.

***

2° Colocado: Coringa (Na lista original está na 3ª Posição)

Interpretado por: Heath Ledger

Filme: Batman – Cavaleiro das Trevas

Frase“Eu sou um agente do caos.” The Joker

Melhor Momento: Ao chegar na reunião da máfia, quando ele diz que irá fazer uma mágica, que irá fazer o lápis desaparecer…bem, depois disso vocês sabem o que acontece.

***

O Maior Personagem de Todos os Tempos: Darth Vader (Na lista original está na 2ª Posição) – Eternamente o meu favorito.

Interpretado por: David Prose / Voz: James Earl Jones.

Filme: Star Wars: Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi.

Frase“Luke, i am your father” Darth Vader – Traduzir isto seria outra maldade.

Melhor Momento: Todos.

Nunca, jamais, mánemfudendo, existiu um personagem mais incrível do que Darth Vader no cinema. É claro que existem tantos outros, que eu mesmo adoro, mas Lorde Vader jamais será vencido – na minha opinião. Quem não gosta de Star Wars não vai gostar e não vai concordar, mas apesar de eu ser fã e tudo mais, considero sim ele o maior personagem, por todos os momentos serem inesquecíveis. Por ser de quebra o maior vilão da história. A respiração ofegante, o traje preto, a perfeita voz de James Earl Jones, a história por trás de Anakin Skywalker, a incrível luta contra seu filho Luke, culminando em uma das melhores cenas já vistas, que é quando ele diz a Luke que ele é o seu verdadeiro pai. Tudo isso faz de Darth Vader o maior personagem de todos os tempos do cinema.

****

1 – Olha, foi difícil demais fazer esta lista. Deixei de fora tantos outros personagens inesquecíveis além de outros que por serem favoritos eu poderia colocar ali. Veja bem, não tem nenhum personagem de O Senhor dos Anéis e eu me sinto um traidor não tendo colocado pelo menos o Aragorn. Bom, só para lembrar não deixem de ver a lista dos 100 Maiores Personagens do Cinema.

2 – Uma ótima maneira de fazer um nerd virgem para o resto da vida.
3 – Sessão Piadex, você VAI rir.
4 – Garfield sem Garfield
5 – Eu queria até postar esse vídeo aqui, mas eu vou linkar. Stand By Me pelo Mundo – muito bacana, vale a pena ver.


Crônicas do Cotidiano // 5 Filmes Que Me Fizeram Chorar

Sim. Eu sou do tipo que chora em filme. E você, porco imundo sem coração tenha um pouco de hombridade de admitir que você também chora. Mesmo que seja quando está sozinho. Vale lembrar que eu classifico “chorar” mesmo quando não há lágrimas. Se a garganta deu aquela parada, já é considerado choro. E aqui estão 5 filmes que me fizeram chorar. E depois que vocês olharem para esta lista, você vai entender.

Resolvi fazer esta lista (lembre-se de que não é uma lista de filmes bons ou maravilhosos, apenas de filmes emocionantes) depois do filme que passou na TNT ontem e hoje. Ele é o primeiro da lista, pois foi o primeiro filme que eu me lembro de ter chorado.

Armageddon

filmes que me fizeram chorar armaggedon

Esse foi o primeiro filme que me levou às lágrimas (que eu me lembre). E chorei sem nenhuma vergonha. Assisti com minha mãe, que não só chorou como teve que parar o filme para se recompor. É simplesmente impossível não conseguir se emocionar com a conversa de Bruce Willis com Liv Tyler. Ainda mais ouvindo I Don’t Wanna Miss a Thing do Aerosmith. Aí quando você acha que acabou. Vem a parte que os caras pegaram pesado. Primeiro a Liv Tyler correndo em direção ao Ben Affleck (aqui tenho que dizer, quem não ficaria emocionado com a liv tyler correndo daquele jeito?), o menino correndo em direção ao pai…e para mim o gran-finale o piloto da nave diz para a liv tyler. “Peço permissão para apertar a mão da filha do homem mais corajoso que eu já conheci”. I don’t wanna close my eyes… Já estou chorando aqui…

Amor para Recordar

filmes que me fizeram chorar amor pra recordar

Bom, como eu não sei qual foi o segundo filme que me fez chorar, vou pelo volume de emoção. Esse filme. Puta merda. Muita gente me falava desse filme e eu me recusava a ver. Pensava “nossa, deve ser tosco ao extremo…mais um besteirol..”. Eis que existem aqueles dias em que você está meio carente, meio sem nada para fazer..tipo uma tarde de sábado. Então, fui assistir. Como me arrependi de não ter assistido antes. Estava gostando muito do filme, já até sabia o enrredo mas achei que não iria ser nada demais. Até que surge a cena em que “os caras pegam pesado”. Desesperado ao saber que a garota por quem está apaixonado tem leucemia, Landon faz de tudo para ajudá-la, até mesmo recorrer ao pai, com quem não tem um bom relacionamento. A cena em que Landon vai até a casa do pai, chorando e pedindo ajuda, é simplesmente a cena mais triste e emocionante que eu me lembro de ter visto. Chorei muito mesmo nessa cena. Se você não assistiu, assista e prepare os lenços.

Homens de Honra

filmes que me fizeram chorar homens de honra

Sabe a definição de um filme foda? Não? Nem eu. Mas sei que este aqui, é um deles. Baseado em uma história real, Carl Brashear tem o sonho de se tonar um mergulhador da marinha americana. Só tem um problema, ele é negro. E era um puta teimoso. As atuações de Cuba Gooding Jr e do Robert DeNiro são maravilhosas. O preconceito, a vontade de vencer e de não desistir nunca fizeram de Carl um herói. Esse é daqueles filmes em que você chora o filme todo. Em especial no final, contra tudo e contra todos, Carl (sem uma das pernas) tem que fazer um teste para suportar o traje de mergulho. É maravilhoso. Você acaba de ver o filme e sente que pode dominar o mundo. Essse aí está em qualquer lista dos filmes que fazem chorar.

Dois Filhos de Francisco

filmes que me fizeram chorar 2 filhos de francisco

Esse é daqueles filmes que fazem meio mundo calar a boca. Eu detesto música Sertaneja (salvo daquelas bem antigas..tipo Pena Branca e Xavantinho). Filme com a história de Zezé di Camargo e Luciano então. Jamais! Ledo engano. Ouvi diversos comentários sobre o filme, muitos deles de como todos choravam. Um dia então, minha mãe resolve alugá-lo e eu me arrisco a ver. Engolindo todos meus preconceitos… é um bom filme. Mas até o final do filme, não havia chorado, é um filme que facilmente te leva a isso, mas achei que ia passar sem chorar. Enganado denovo. Acaba o filme, aparece então os dois (reais) cantanto em um show. Até que eles começam a cantar a maravilhosa música tema. “No dia em que eu saí de casa, minha mãe disse filho vem cá..”, nessa hora a garganta travou…mas quando os pais deles aparecem e o Zezé começa a chorar e cantar…não teve jeito. Chorei feito criança.

Click

filmes que me fizeram chorar click

Adam Sandler , é um arquiteto que vive trabalhando, não dá valor à sua família. Até que acha um controle mágico, dado pela morte, interpretada pelo impagável Christopher Walken. Sandler começa a acelerar as partes “chatas” da vida. Quando cai na real, ele perdeu a vida toda para se tornar dono da empresa que trabalhava. E assim percebe que perdeu o melhor de sua vida. A sua família. A dor e o arrependimento do personagem são de fazer derreter qualquer coração de pedra. Nestes dias de hoje, em que todo mundo só pensa em dinheiro, dinheiro, carreira e sucesso, esquecendo um pouco da família, é uma ótima reflexão sobre nossas prioridades. E os caras pegaram pesado na cena em que ele morre.

Reeditado em 16/07/2013

*Nota do Editor: Favor lembrar que esse post foi originalmente feito em 2008.