Browsing tag: crônica

A luz da varanda


Sempre achei a ideia de mudar um tanto bizarra. Pessoas criam raízes e fazem coisas estranhas e nojentas em suas casas. As paredes de qualquer lugar já viram coisas do arco da velha, que deve lançar flechas élficas +20. Morei na mesma casa de antes de nascer aos 19 anos. Fui para Belo Horizonte e,

Se minha casa pegasse fogo


Por mais estranho que pareça, eu penso demais nisso. Não exatamente que minha casa — ou meu “lar”, já que eu moro num apartamento — vá pegar fogo, mas que algum cataclisma irá existir e eu tenha que salvar poucos objetos pessoais. Inclusive, antes de me mudar para o apartamento que moro agora, tive um

O Psicanalista


Se eu pudesse te comia toda, sem dó nem piedade. Aprendi a ser assim com o Balzac. Ele sempre dizia que a frase inicial de uma conversa com uma mulher devia ser sempre a mais impactante. Tem que ser direto, linguagem de bandido, é a bolsa ou a vida. Ela olhou como que pra ter

23


Hoje, dia 06 de maio de 2010 faço 23 anos de idade. O que isso significa? Nada. Como eu digo neste mesmo texto que escrevi com a já saudosa idade de 21 anos, eu ainda estou saindo do início da vida para entrar no meio dela. A campanha está no início e ainda não dá

Duas Crônicas por Uma


Alô. Alô? Opa, é do Estado de Minas? Sim? Sim, boa tarde para o senhor também. Quem fala? Aqui é Neto Macedo, e gostaria de falar com o editor do jornal. Como? Ele não pode me atender? Tudo bem. Pode ser o senhor mesmo. O negócio e que eu preciso falar com alguém do jornal.

Curriculum Vitae Humano


Olá Leitores. Au contraire do que estão achando, não morri (pelo menos eu acho). Aos novos colaboradores, olá. Nem fomos apresentados ainda. Prazer, Neto Macedo. Me afastei um pouco do blog (mas não abandonei minha cadeira aqui) porque estava abrindo uma agência. Quer dizer, ainda estou abrindo. É uma agência de publicidade e propaganda que

Carnaval de porrada


“É esse o bar que falei” disse Amico. “E não podia ser outro até porque nessa cidade de merda só tem um bar” disse isso e foi entrando, eu atrás, não conhecia ninguém naquela cidade de merda. O Amico sentou -se numa mesa com uns caras e eu sentei-me no balcão “manda uma dose de

Quem?

Pedro Turambar

Pedro Turambar

Gosto de escrever, reclamar e não tenho controle sobre chorar. Escrevo há 10 anos sobre a loucura de viver em sociedade, futebol e falo bem e mal das coisas que leio, vejo e ouço.

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