Vortex // Do PdH . Prazer, Emily Ratajkowski

Eu sempre tive uma musa platônica. Uma mulher que, de repente, se tornava um ícone para mim.

Acho que a primeira foi a Jennifer Connely, quando eu vi O Labirinto numa Sessão da Tarde há uns bons anos. O tempo foi passando e eu sempre descobria e trocava minhas musas. Admirava aquelas mulheres, eu ficava feliz ao constatar que minhas inspirações nunca foram unanimidade, até porque eu sempre considerei muito mais a natureza feminina, a realidade daquela mulher do que beleza estética.

A que reinou por mais tempo foi Kate Upton, que perdeu o posto ano passado. Assim que vi pela primeira vez Emily Ratajkowski.

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Link para o texto completo

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[Nota] – “Do ‘Alguma-Coisa'” indicará os melhores textos escritos pelo Pedro que não estão no blog. 

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Crônicas do Cotidiano // Minha Homenagem às Mulheres Que Eu Amo

A primeira coisa que eu quero explicar, é o porque de eu usar essa imagem, no dia das mulheres. Antes, lembre-se que esse post é uma homenagem às mulheres que eu amo.

Essa imagem diz exatamente quem eu sou e como aprendi ao longo dos anos – parece papo de velho, eu sei – sobre esse sentimento tão estranho e tão esquisito que é o amor. Não, não estou monlega ou amolecido, ou estou de mimimi porque as garotas vão comentar dizendo “que lindo!” e achando que eu sou um cara bacana.

Como eu estava dizendo, essa imagem me retrata. Eu sou largado, estou longe de ser o mais bonito, meio desgrenhado, meio bobo, de vez em quando largado de lado, tenho o meu valor, sou nostálgico, demoro um pouco para me acostumar às pessoas. Mas quando acostumo e me identifico, não gosto de largá-las. Apesar de ser meio groxo, fora de moda, embaraçado e claro meio sem graça… gosto das pessoas ao meu jeito. Aquele jeito meio largado, meio esquecido, desapontando muito mais vezes do que agradando, mas ainda sim fiel. Fiel àqueles dias em que vamos lembrar com saudade.

Não sou muito bom de demonstrar sentimentos. Aliás, sou péssimo nisso. Não escolho bem as palavras, não falo coisa com coisa, bobo, até meio infantil. Mas aquelas poucas pessoas que conhecem esse meu lado, sabe que a sinceridade por trás não precisa ter um véu de palavras bonitas e tiradas na hora certa.

Antes que você se pergunte “cadê a porra do dia das mulheres?” – se é que já não se fez essa pergunta – eu digo que aprendi a ser assim, obviamente, com minha mãe e com meu pai. Depois de mais de 30 anos de casados, se amam como adolescentes, e meu pai, assim como eu é meio assim, do jeito que disse lá em cima. Minha mãe teve a sabedoria de nos ensinar – a mim e a meus irmãos – seja falando mesmo, ou nós mesmos observando o relacionamento dos dois. Aprendi a respeitar uma mulher, a ter orgulho de uma mulher, a ser testemunha das maiores loucuras de uma mulher e é claro, a ver a força incomparável que tem uma mulher em relação a seus objetivos.

Aprendi a admirar isso e a respeitar. Aprendi com ela que um homem deve ser sempre cheiroso, carinhoso e bem humorado. Aprendi também, observando ela, que jamais vamos entender a cabeça de uma mulher, e que isso é que é o bom da coisa. Elas sempre vão nos surpreender e nos deixar com cara de bobo.

Somos ainda um bando de Neandhertais perto delas. E se elas quiserem, ainda metem a porrada na gente. Em todos os sentidos. Hora somos meros macacos, hora somos só garotos que não resistem aos seus mistérios, como dizia o Leoni.

O Dia Internacional da Mulher, para mim não significa nada e antes que você vá correndo a caixa de comentários me xingar, espere eu pelo menos me explicar. Para grande parte dos homens e com certeza uma parte das mulheres, precisa do 08 de Março para dar uma rosa, para dizer que ama, para dizer o quão importante ela é para você. No caso das mulheres, algumas realmente precisam desse dia para poder vislumbrar a mulher que ela poderia ter sido se não tivesse aceitado o que a sociedade impôs para ela. Outras gostam mesmo disso, tudo bem.

Agora, amigo, se você faz isso tudo no dia da mulher, você não dá a mínima para as mulheres que você ama. Você quer mais é que ela esquente a barriga no fogão, que ela chegue em casa cansada do trabalho, dê comida aos moleques, ao cachorro, passe o seu uniforme para amanhã, reclama se ela quer ver novela, e ainda por cima nem dá boa noite e muito menos diz que a ama. Você não está nem aí, para aquela pessoa, que provavelmente ganha menos do que seus colegas homens no trabalho – fazendo muito mais que eles -, que pensa em você, que quer estar bonita para você, e que no final do dia tem forças para muito mais enquanto você reclama das suas costas.

Você não costuma lembrar, que historicamente elas conseguiram na raça e na coragem direitos que você teve desde sempre e de lambuja. Você esquece que elas tem que lutar todo dia contra um monte de coisas que nós homens não temos nem noção, e ainda por cima conseguem tempo para fazer a unha, se depilar, e jamais perder a pose.

Chego a conclusão que somos – em maioria – um bando de merdas mesmo. Mas não todos, não todos.

Amo na verdade todas as mulheres que conheci, de certa forma. Ou amo uma parte, aquela parte que me diz que elas são realmente fodas. Algumas é claro, amo em especial.

É por isso que eu digo que não devemos lembrar isso apenas no dia 08 de março, se a batalha delas é diária, o nosso reconhecimento deveria vir da mesma forma. Se você quer de verdade parabenizar as mulheres da sua vida por esse dia, o melhor é demonstrar todos os dias o quão importante elas são para você.

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Esse post precisou ser reeditado um pouco mais drasticamente. Hoje eu deixo um beijo especial para as duas mulheres mais importantes da minha vida, meu amor e minha mãe. Obrigado por serem tão incríveis.

Deixo aqui também um link para uma das coisas mais importantes que um homem tem que ler e aprender. Feminismo para homens, um curso rápido.

 


Music is Very Porreta // 40 Anos do Lendário Woodstock 69

Sendo um blog que fala de música rock o tempo todo, não poderíamos deixar de falar algumas coisinhas sobre os 40 anos do festival mais lendário de todos os tempos: Woodstock de 69!

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O encarte especial do Estado de Minas deste sábado diz e eu concordo “40 anos dos três dias que mudaram o mundo”. Imagine só o cenário: 1969, o homem subindo a Lua, guerra do Vietnam, Guerra Fria, jovens sem saber o que queriam e o que iriam fazer da vida, movimento hippie, drogas, drogas e mais drogas, artistas que se tornariam lendários, uma fazenda no interior do estado de Nova York, 500 mil pessoas, lama e história sendo feita.

Aí você pensa “Só pode dar merda!” e deu… muita, mas se não fosse isso, não seria Woodstock.

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O negócio foi tão sinistro que hoje você ouve o nome do festival e já pensa como deve ter sido ver aqueles shows, já pensa em como rock mudou o mundo de verdade, já pensa em como a música – e os músicos – de hoje, são uns merdas sem ideais, em como você queria estar lá.

Eu conheci Woodstock pelo disco duplo do festival de 94. Presente do meu querido padrinho – falando nisso, valeu Tio Fernando! – que me fez descobrir Green Day, Metallica, Joe Cocker, entre outros. E isso, obviamente me levou a descobrir o Woodstock de 69 e tentar entender o que pode ter sido ver os shows mais históricos das carreiras de artistas como Janis, Hendrix, Santana, The Who, Ten Years After, Creedance… e da música que – para mim – mais marcou o festival: a versão de With a Little Help From My Friends, por Joe Cocker:

Foram 3 dias no paraíso, 3 dias atemporais, 3 dias que só quem viveu pode ter idéia do que pode ter sido (psicodélico né?), 3 dias em que o mundo parou, 3 dias em que o Rock se mostrou, 3 dias de todo mundo peladão, fumando um e celebrando a vida e a liberdade!

Pena que eles, que estiveram lá, não podem contar pra gente como foi. Pois como disse um velinho numa entrevista “Se alguém te disser que lembra como foi o Woodstock, ele não esteve lá”.

Paz e amor! \/

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1 – No Fottus tem uma galeria com 100 fotos do festival, obrigo você a ir lá ver.

2 – Sempre que posso eu linko o Quem Matou a Tangerina, principalmente nos posts de rock.

3 – Aqui o site (oficial?) do festival do jeito que tinha que ser, mais hippie e antigo possível (1996 feelings).


Vortex // Fotos de Pôr do Sol #2

Bom, queridos leitores…só posso dizer que estou EXTREMAMENTE feliz com o primeiro resultado da campanha “Crepúsculo da Semana”, várias pessoas mandaram fotos maravilhosas. Agradeço todo mundo que mandou.Eu já tinha essa idéia há algum tempo, mas só agora tive “coragem” para colocá-la em prática. Porque afinal, todo mundo tem uma foto de pôr-do-sol. Espero que com esse primeiro post, outras pessoas além de blogueiros amigos, amigos não blogueiros e familiares mandem fotos!Vamos às maravilhas.

Achou que de Paris só tinha aquela né? Mais uma enviada pela minha chefe, Amanda. Por que vocês acham que essa veio primeiro? em? em?
Que foto! Putz.

Essa foto foi tirada pelo cara mais lindo, sexy e modesto do mundo. Eu. Rá! Até parece. Foi tirada na BR-381, entre Belo Horizonte e João Monlevade.

Eu fiquei impressionado pela coloração do céu. Roxo, muito foda mesmo. Foto muito bem tirada pelo meu irmão Daniel em algum hotel de Porto Alegre. Os caras tem um clima perfeito, mulheres lindas e um céu desses. Abençoados.

A minha preferida! Não tem nem o que falar. Que foto sensacional. Também…fotógrafo profissional é outra coisa..né não Vinícius “Dringz” Hitler, visitem o Flickr do rapaz, vale apena. Da maravilhosa Lagoa da Pampulha em BH.

Essa foto foi enviada pelo ser mais louco que eu já conheci. O Sr. Celso Rodrigo, louco…de pedra. Foi tirada em Nova Viçosa – BA em 2006. Não preciso nem comentar né?

Foto enviada pelo cara que só acha que o Twitter – no caso dele é o Twoitter ou 2itter – é o único meio de comunicação do mundo. Daniel Lopes, que fez o favor de não dizer onde foi tirada a foto. Depois eu faço um UpDate.

Foto enviada pelo mais mongolóide anão deste país. Charles Cristiano do blog PortaldosLoukos, a foto foi tirada em Dores do Indaiá – MG.

Uma das melhores…quiçá a melhor. (Paris é hour concours viu?) Primeiro porque foi tirada em um dos locais mais bonitos de Belo Horizonte, a Praça da Estação - na minha humilde opinião – Segundo, porque foi tirada e enviada pelo leitor mais fiel deste blog. Emílio

Foto enviada pelo mais maldito dos seres terrestres, cazzo Caio, do blog Dezperadoz. Mais um que fez o favor de não falar de onde é esse crepúsculo.

A qualidade da foto não conta, e sim a beleza. Lugar lindo, Represa de Furnas – MG, gentilmente enviada pelo sempre acompanhado de latinhas 473ml Duncan, do sensacional Triplo Sentido.

Enviada pelo novo parceiro do Crepúsculo. Ricardo Avelino do blog Estação BR. Vale a pena uma conferida no blog do moço. A foto foi tirada no Ceará.

Essa foto maravilhosa, com o céuzão laranja lindo dessa maneira, foi enviada pela Taís Guedes, minha colega de sala. A foto foi tirada no local de trabalho dela na Av. Raja Gabáglia em BH. Para quem não sabe, esse mesmo céu laranja que me deu a inspiração para o nome do Livro – leia o primeiro post para entender – , e posteriormente do blog. Via esse céu todos os dias, indo para aula no primeiro período. Maravilhoso.

A última e não menos artística e bela foto. Do artista das palavras Rafael Barbosa, artista também das notícias falsas que fazem milhares de jovens tolos arrancarem os cabelos. O blog dele Rafabarbosa.com vale a pena demais conferir. Para quem gosta de um texto bem escrito e inteligente. A foto foi tirada no Ed. Perrella em BH.

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1 – Muito bom não?
2 – Lembrando que para participar é fácil. É só ler as ‘regras’ aqui. Enviar para ocrepusculo@ocrepusculo.com ou mandar o link na comunidade.
3 – Fiquei realmente feliz com os resultados.

Pedro Américo

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